quinta-feira, 30 de junho de 2011
Confira quais as novas regras para bons currículos - e corra para atualizar o seu.
Para começo de conversa, a década de 90 acabou. Isso significa que saber lidar ferramentas do pacote do Windows ou ter familiaridade com recursos de internet deixou de ser diferencial há muito, muito tempo.
Destaque apenas o que realmente for relevante, como domínio em algum sistema específico para a sua área de atuação. Mas jamais diga que sabe fazer o básico no Word.
2 - Convergência de mídias
Aquela barreira entre virtual e real – muito típica da época em que todos temiam o assustador ‘bug do milênio’ na virada do século – sumiu definitivamente. Currículo bom tem que constar link para um blog, Twitter ou página no LinkedIn.
Atenção: essas ferramentas devem agregar mais informações ao currículo. Se não, você ganhará o título de redundante.
3 - Para cada panela uma tampa
Até os anos 90, era padrão a lógica de que o currículo deveria ser elaborado para combinar para toda e qualquer ocasião.
Em 2011, sinal vermelho para quem faz isso. O ideal, de acordo com especialistas, é ter um currículo base, mas adaptá-lo ou, em termos mais modernos, customizá-lo para cada ocasião – tendo em vista o espírito da empresa e cargo em questão.
4 - Informações pessoais não contam
Há alguns anos, currículo bom era aquele que listava, em minúcias, todos os dados pessoais possíveis. Estado civil, quantidade de filhos, RG, CPF e, às vezes, até hobbies. Tudo. Tudo ia parar no documento.
Para os desavisados: essa regra, definitivamente, acabou. No máximo, cite qual seu estado civil. O foco no currículo são suas qualificações, não quem você é depois do expediente. Deixe isso para a entrevista.
5. Objetividade em mais de uma página
O mantra foi tão intenso na última década que muita gente ainda fica de cabelo em pé quando o currículo ultrapassa a primeira página do Word.
Objetividade é essencial, mas não é desculpa para limar informações. Quanto mais experiência profissional você acumular, maior seu currículo será. Normal. E os recrutadores sabem disso.
Só não sabem gastar caracteres sem necessidade. Precisão e objetividade continuam como valores caros a bons currículos.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Competências necessárias para gerar vantagem competitiva
Enfrente um mundo complexo
Competências necessárias para gerar vantagem competitiva
Lidar com complexidade – Disposição para lidar com todo tipo de problema ou pessoa e capacidade de sentir-se motivado diante de desafios complexos. Esse
profissional reage bem diante de conflitos e sabe passar mensagens e feedback negativos sem hesitar. Tem como hábito desafiar as normas e padrões estabelecidos.
Capacidade de inovar – Uma das principais carências dos executivos brasileiros. Para inovar é preciso identificar ideias revolucionárias. Isso se faz com um repertório amplo, adquirido por meio de interesses e conhecimentos variados. Esse profissional lança ideias no mercado e busca interlocutores para validálas. Avalia cenários futuros, mesmo sem todos os dados a seu dispor.
Hábito de aprender – Entregar resultados de forma consistente exige flexibilidade e capacidade de adaptação a diferentes cenários de negócio. O profissional precisa estar aberto ao aprimoramento contínuo por toda a vida. É preciso ter consciência de si mesmo e do impacto de suas decisões.
Gerenciar relacionamentos – Num mundo conectado, relacionamento é fundamental para dialogar com estilos e públicos variados e aceitar diferenças. É preciso estabelecer contatos eficazes com pares, superiores, subordinados e clientes. Gerenciar relacionamentos é ser capaz de encontrar o meio termo rapidamente numa negociação.
Descubra qual é o melhor processador para o seu PC.
Você tem dúvidas na hora de escolher o seu processador? Pois o Momento Intel desta semana traz uma noção mais clara de toda a linha de produtos da Intel, com uma explicação detalhada dos processadores para diferentes usos e finalidades. Dividimos nossa análise em 4 categorias: netbooks, notebooks, desktops e servidores. Confira!
sábado, 31 de outubro de 2009
Veja dicas para dirigir no exterior
Saiba o que fazer na América do Sul, Ásia, Europa e Estados Unidos.
As férias se aproximame muita gente começa a fazer planos para a próxima viagem. Uma das opções pode ser um passeio pelo exterior e, neste caso, pode ser interessante planejar um passeio de carro, seja com o seu ou mesmo um modelo alugado. Porém, alguns países têm características bem distintas e antes de encarar o trânsito em outras terras é bom ter algumas informações que podem fazer toda a diferença.
Antes de embarcar é importante pesquisar as exigências do país de destino. Uma forma de evitar qualquer dor de cabeça é tirar a licença internacional, conhecida por Permissão Internacional para Dirigir (PID). Para quem pretende dirigir no exterior é recomendado que se tire essa Carteira Internacional de Habilitação, já que não são todos os países que permitem que o motorista dirija com a habilitação de seu país de origem. O mais interessante é que o documento vem com as informações em vários idiomas, o que facilita a comunicação com as autoridades estrangeiras.
A versão internacional da Carteira de Habilitação foi estabelecida pelas Convenções Internacionais de 1926 e 1968, que inclui ainda os documentos estabelecidos pela Convenção Interamericana de Tráfego de 1943, e são aceitas nos países que participaram desses eventos. Em 2006, 100 países, incluindo o Brasil, assinaram um acordo segundo o qual se reconhece a PID como o único documento internacional de habilitação oficial. Porém, nações como os Estados Unidos, a Espanha e o Reino Unido não costumam exigi-lo. As locadoras de carros garantem que, se você tiver apenas o passaporte e sua carteira de motorista original, não necessita do PID. Mas na China e na Coréia do Sul, por exemplo, a PID é rigorosamente cobrada. A carteira é válida por um ano, porém não é renovável, se for o caso de fazer outra viagem após um ano será preciso tirá-la novamente.
Para obter a PID o motorista deve estar com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) dentro do prazo de validade. Se a CNH vencer em menos de um ano a licença internacional será válida pelo mesmo período da carteira brasileira, ou seja, vence na mesma data. Para saber como fazer a melhor opção basta consultar o Departamento Estadual de Trânsito da sua região.
Mercosul
Na maior parte dos países da América do Sul é permitido dirigir apenas de posse da Carteira de Identidade, porém ela precisa ser atual, ou seja, com menos de 10 anos da data de emissão. O documento do veículo precisa estar em nome do condutor. No caso de carros de terceiros é preciso uma autorização com os dados do proprietário e do automóvel, com firma reconhecida em cartório e devidamente legalizada no consulado do país a ser visitado. Além disso, também é necessário um seguro internacional contra terceiros, mais conhecido por Carta Verde.
Se a ideia é alugar um carro no Brasil para uma viagem entre países, saiba que as locadoras nacionais não permitem que o veículo alugado cruze fronteiras. Algumas podem até liberar a entrada no país vizinho, mas apenas até a primeira cidade após a divisa.
Argentina
- Carteira de identidade atual (menos de 10 anos) ou passaporte válido;
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
- Documento do automóvel;
- Seguro internacional contra terceiros;
Vale lembrar que as autoridades locais exigem um triangulo adicional, aproximadamente 2 metros de cabo de aço para guincho e espelho retrovisor do lado direito.
Chile
- Carteira de identidade atual (menos de 10 anos) ou passaporte válido;
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou Permissão Internacional para Dirigir (PID);
- Documento do automóvel;
- Seguro internacional contra terceiros;
As autoridades locais exigem correntes para serem colocadas nas rodas durante o período mais rigoroso do inverno na Cordilheira dos Andes (entre julho e agosto).
Paraguai
- Carteira de identidade atual (menos de 10 anos) ou passaporte válido;
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou Permissão Internacional para Dirigir (PID);
- Documento do automóvel;
- Seguro internacional contra terceiros;
As autoridades locais exigem um triângulo adicional.
Uruguai
- Carteira de identidade atual (menos de 10 anos) ou passaporte válido;
- Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou Permissão Internacional para Dirigir (PID);
- Documento do automóvel;
- Seguro internacional contra terceiros;
Saiba que cada país tem as suas particularidades em relação a condução de veículos, tanto nas leis como também no comportamento, portanto é bom ficar atento. Em geral nos países da Europa o diesel é opção mais em conta.
Demais países
Alemanha
- As auto estradas não contam com limite de velocidade. É um convite e tanto, mas convém não abusar do limite dos seus reflexos.
Auba
- A CNH é aceita, porém o condutor deve ter entre 21 e 70 anos.
China
- Lá a coisa é complicada e as regras para estrangeiros chegam a ser proibitivas. O ideal é alugar carro com motorista.
Estados Unidos
- A legislação muda em cada Estado, portanto é recomendável levar tanto a PID como também a CNH.
- Varia de região para região, mas em algumas cidades é permitido entrar à direita mesmo com o farol no vermelho.
- Se cometer uma infração de trânsito é provável que em poucos segundos apareça um carro de polícia na sua cola com a sirene ligada.
- Uma placa com a inscrição stop exige que o veículo pare totalmente, não basta reduzir a velocidade apenas.
- Ao encher o tanque de combustível saiba que você pode fazer isso sozinho e economizar alguns dólares, pois o serviço do frentista é cobrado.
França
- O pedágio é pago conforme a distância percorrida. Por isso fique esperto, ao sair de uma cidade você passa por uma cancela e pega um tíquete, que deverá ser inserido na máquina no momento de deixar a estrada, quando então é calculado o valor a ser cobrado.
Índia
- O trânsito é caótico e muitas vezes as placas de sinalização são escritas apenas no idioma local. Em razão disso é mais confortável optar pelo taxi ou mesmo por um carro com motorista bilíngue.
Inglaterra
- Tanto no Reino Unido quanto nos países de colonização britânica o volante fica do lado oposto, ou seja do lado direito. As mãos das ruas e das estradas são invertidas. Esses países são: África do Sul, Austrália, Índia, Nova Zelândia e Tailândia, além de Hong Kong e Japão.
Itália
- Assim como na França, o pedágio é pago conforme a distância percorrida.
Israel
- Assim como os estrangeiros podem se dar mal em certas regiões do Rio de Janeiro, o mesmo pode acontecer com um carro de placas amarelas que entra nos territórios palestinos ocupados por Israel. Nessa região as placas são verdes ou brancas.
Jamaica
- Além de levar a PID e também a CNH é bom ficar atento, pois lá o motorista precisa ter 25 anos ou mais.
Japão
- Para turistas estrangeiros é praticamente proibido dirigir, dada as dificuldades impostas.
Portugal
- A carteira brasileira vale por 3 meses, a partir da data carimbada no passaporte.
Suriname
- O condutor deve registrar a PID e a CNH brasileira no departamento de polícia local antes de pegar as ruas.
Mais dicas para dirigir no exterior
- Antes de viajar é importante ter ao menos uma base do que é a legislação de trânsito do país que irá visitar.
- Certifique-se de que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a Permissão Internacional para Dirigir (PID) estão dentro do prazo de validade.
- Respeite os limites de velocidade. Na Europa e Estados Unidos a média é de 120 km/h nas rodovias principais e 90 km/h nas menores. Não será por falta de aviso, uma vez que as placas de sinalização estão por toda parte.
- Presta atenção na velocidade mínima. Alguns países da Europa multam por andar devagar demais. O ideal é nunca rodar abaixo da metade da velocidade máxima permitida. Se for 120 km/h, você deve andar no mínimo a 60km/h.
- Nos Estados Unidos e no Canadá nunca ultrapasse um ônibus escolar quando ele estiver estacionado para os alunos desembarcarem. O motorista do ônibus coloca um sinal de "stop" colado junto ao ônibus na lateral esquerda do veículo.
- Para quem for dirigir na neve fique atento aos pneus, que devem ser adequados para o clima.
- Em lugares com mão de trânsito contrária, como Londres, os especialistas recomendam sempre seguir outro carro, uma vez que o motorista de outras regiões pode se confundir e errar de faixa.
- Se você for parado pelos agentes de trânsito local, imediatamente se identifique com o nome, país de origem e motivo de estar ali.
1.África do Sul (V) | 2. Albânia (V) | 3. Alemanha (V) | 4. Angola (R) |
5. Argélia (R) | 6. Argentina (A) (V) | 7. Austrália (R) | 8. Áustria (V) |
9. Azerbaidjão (V) | 10. Bahamas (V) | 11. Barein (V) | 12. Belarus (Bielo-Rússia) (V) |
13. Bélgica (V) | 14. Bolívia (A) (V) | 15. Bósnia-Herzegóvina (V) | 16. Bulgária (V) |
17. Canadá (R) | 18. Cabo Verde (R) | 19. Cazaquistão (V) | 20. Chile (A) (V) |
21. Cingapura (R) | 22. Colômbia (R) | 23. Coréia do Sul (R) | 24. Costa do Marfim (V) |
25. Costa Rica (R) | 26. Croacia(V) | 27. Cuba (V) | 28. Dinamarca (V) |
29. El Salvador (R) | 30. Equador (R) | 31. Eslováquia(V) | 32. Eslovênia (V) |
33. Espanha (R) | 34. Estados Unidos (R) | 35. Estônia (V) | 36. Federação Russa (Rússia) (V) |
37. Filipinas (V) | 38. Finlândia (V) | 39. França (V) | 40. Gabão (R) |
41. Gana (R) | 42. Geórgia (V) | 43. Grécia (R) | 44. Guatemala (R) |
45. Guiana (V) | 46. Guiné- Bissau (R) | 47. Haiti (R) | 48. Holanda (R) |
49. Honduras (R) | 50. Hungria (V) | 51. Indonésia (R) | 52. Irã (V) |
53. Israel (V) | 54. I tália (V) | 55. Kuweit (V) | 56. Letônia (V) |
57. Líbia (R) | 58. Lituânia (V) | 59. Luxemburgo (V) | 60. Macedônia (V) |
61. Marrocos (V) | 62. México (R) | 63. Moldávia (V) | 64. Mônaco(V) |
65. Mongólia (V) | 66. Namíbia (R) | 67. Nicarágua (R) | 68. Níger (V) |
69. Noruega (V) | 70. Nova Zelândia (R) | 71. Panamá (R) | 72. Paquistão (V) |
73. Paraguai (A) (V) (suspenso pela Portaria 005/2006-DG/PR) | 74. Peru (A) (V) | 75. Polônia (V) | 76. Portugal (R) |
77. Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales) (R) | 78. República Centro - Africana (V) | 79. República da Sérvia (V) | 80. República de Montenegro (V) |
81. República Democrática do Congo (V) | 82. República Tcheca (V) | 83. República Dominicana (R) | 84. Romênia (V) |
85. San Marino (V) | 86. São Tomé e Príncipe (R) | 87. Seichelles (V) | 88. Senegal (V) |
89. Suécia (V) | 90. Suíça (V) | 91. Tadjiquistão (V) | 92. Tunísia (V) |
93. Turcomenistão (V) | 94. Ucrânia (V) | 95. Uruguai (A)(V) | 96. Uzbequistão (V) |
97. Venezuela (R) | 98. Zimbábue (V) |
Siglas de acordo ou de convenção com o Brasil: (V) - Convenção de Viena.
(A) - Acordo Sobre Regulamentação Básica Unificada de Trânsito entre Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai.
(R) - Princípio de Reciprocidade
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